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Resistência Física

Diversos fatores influenciam a resistência física individual em exercícios de longa duração. Dentre esses, podemos citar o tipo de musculatura, a capacidade respiratória, o alcance dos membros, e a regulação dos batimentos cardíacos e da pressão arterial. A combinação destes fatores resulta em diferentes capacidades de desempenho para tipos específicos de exercício.

O fator considerado mais importante para a resistência física é a capacidade de assimilação de Oxigênio, que é diretamente proporcional à quantidade de glóbulos vermelhos (eritrócitos) na corrente sanguínea. Em outras palavras, quanto mais eritrócitos estiverem presentes no sangue, maior será o aporte de oxigênio para a musculatura, e maior será a eficiência e a duração da produção de energia por processos aeróbios.

Portadores do genótipo relacionado à alta resistência física, em geral apresentam melhor performance em atividades como a musculação. Já os portadores dos genótipos associados à menor resistência se beneficiam de atividades como o crossfit e o treinamento funcional. Para um treino personalizado, procure um profissional de educação física.

Performance atlética

A performance atlética é determinada por inúmeros fatores, incluindo fatores genéticos. Nossos genes são capazes de influenciar nossa capacidade pulmonar, nosso desempenho cardíaco, e a composição de nossas fibras musculares, todas características diretamente relacionadas às nossas habilidades esportivas.

O gene ACTN3 é responsável pela produção da proteína alfa-actina 3. Essa proteína é encontrada nas fibras da musculatura esquelética, e desempenha um papel importante na realização de contrações fortes e rápidas.

Dor Muscular

Pessoas que realizam atividades físicas extenuantes podem apresentar músculos doloridos após aproximadamente 24 a 72 horas. Esse fenômeno é conhecido como dor muscular de início tardio.

As contrações realizadas durante o exercício estão associadas a danos no músculo esquelético, levando a uma resposta inflamatória e ativação de vias de degradação proteica muscular. Esse processo é chamado de lesão muscular induzida pelo exercício, e é acompanhado de inchaço e redução da força máxima e da amplitude de movimento. A presença de proteínas específicas do músculo, tais como a creatina quinase (CK), a mioglobina e a a-actina, na corrente sanguínea, é comumente utilizada para indicar dano muscular induzido pelo exercício, enquanto a tenascina-C é um indicador de lesão causada por ruptura do tecido conjuntivo e da matriz extracelular.

Ossos Fortes

Os ossos sustentam nosso corpo, fornecem mobilidade e protegem nossos órgãos internos. Por desempenharem funções tão importantes, fraturas e doenças ósseas, como a osteoporose, são motivo de preocupação.

A propensão à fraturas e ao desenvolvimento de doenças ósseas está relacionada à densidade mineral óssea, que é fortemente determinada por fatores genéticos. Além disso, a densidade óssea sofre alterações com o passar dos anos e, de um modo geral,

as mulheres são mais suscetíveis a doenças ósseas como a osteoporose.

Risco de Obesidade

A obesidade é uma doença metabólica definida por um índice de massa corporal (IMC) superior a

30 kg/ mA condição vem afetando um número cada vez maior de pessoas no mundo inteiro e representa um grande problema de saúde pública.

A maior preocupação não é o sobrepeso em si, mas o fator de risco que ele representa para doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e para o aumento do colesterol e triglicérides. Uma alimentação desbalanceada e o sedentarismo contribuem substancialmente para a obesidade, mas fatores genéticos determinam a predisposição ao desenvolvimento da doença.

Glossário

  • DNA: Sigla para Ácido Desoxirribonucleico. É uma molécula que contém as informações genéticas, e está presente no núcleo de nossas células.

  • Cromossomo: Conjunto organizado composto por uma molécula de DNA associada com suas proteínas. Cada pessoa possui 22 pares de cromossomos, mais um par de cromossomos sexuais (XX para mulheres e XV para os homens). Em cada par de cromossomos um foi recebido do pai e o outro da mãe.

  • Gene: O termo gene tem sido objeto de debates para definição de seu real significado. Aqui adotamos a definição de gene como sendo um trecho de DNA que possui alguma função biológica conhecida.

  • Alelo: é a versão de um gene que possuímos. Para cada gene, possuímos dois alelos que podem ser idênticos ou não.

  • Genótipo: é a combinação de alelos para determinado gene que possuímos. Para cada genótipo, possuímos dois alelos, um recebido do pai e outro da mãe.

  • Base nucleotídica: é a unidade básica que compõe as moléculas de DNA. São as famosas letras T, C ou G, que significam adenina, tirosina, citosina ou guanina,

    respectivamente. O genoma de uma célula humana é composto por aproximadamente 6 bilhões dessas letras.

  • SNP: Sigla para Single Nucleotide Polymorphism, ou polimorfismo de nucleotídeo único. São variações no DNA que ocorrem pela troca de uma única base nucleotídica. Os SNPs são identificados pelas letras rs seguidas de um número. Geralmente, há 3 tipos de genótipos possíveis para um determinado SNP. Por exemplo, o SNP rs4680 possui as

    seguintes possibilidades de genótipo em um indivíduo: AA,

    AG e GG.

  • Homozigoto e heterozigoto: São termos que se referem aos nossos genótipos. Dizemos que somos homozigotos para um determinado SNP se possuirmos dois alelos iguais, por

exemplo AA ou GG. No caso de possuirmos versões diferentes de alelos para um SNP, por exemplo, AG, dizemos que somos heterozigotos.

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